
Por trás das palavras

As duas violências
A Troca

Poema

Alinhavos

Sentido inexistente
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O sentido das Brácteas

Lembranças do futuro
Eu Pensei

O amor é....

O mundo das religiões

Gaudério de Santiago

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Almas Fantasmais

Viagem
Página em branco

Surpreendente
De Repente Trinta
O som da palavra
A Mulher que Chorava Ouvindo Shostakovich
A pureza da criança

Solidão insana
Crepúsculo

Quando me amei...
Janice Trombini
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome…
Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia e meu sofrimento emocional não passam de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades.
Hoje sei que isso é…
Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de…
Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas
Hoje sei que o nome disso é…
Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável…
Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse pra baixo.
No início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama…
Amor -próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos. Abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é…
Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro.
Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é…
Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar.
Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é…
Saber viver!!!
Tardes de Laura

O menino

Beleza?
O orkut
Opening Into Nightmares

Você sabe o que é chorar para que um novo dia não amanheça com a quase total certeza de que este dia será tão exaustivo quanto o que se foi? Você sabe o que é sentir-se inútil e completamente incapaz consigo mesmo? Você sabe o que é estar subordinado aos seus próprios sentimentos?
Você sabe o que é passar anos no mesmo estado de humor, com isso tragando-o para dentro de seu desespero, aumentando ainda mais a dor? Não falo de dor física, esta muitas vezes é eventual. Refiro-me a uma dor mental esmagadora capaz de sugar todas as suas forças. Capaz de arrastá-lo e atraí-lo para os seus mais terríveis pesadelos.
Você sabe o que é rezar para morrer? A dor e o sofrimento chegam a ser tantos que a aflição de morrer e a dor da morte já não mais importam, pelo contrário, a morte torna-se um tanto atraente a olhos amedrontados.
Você sabe como é ter vergonha e nojo de si mesmo ao perceber que permanece inerte a tudo e a todos? Você sabe o que é estar entorpecido pelas intermináveis lágrimas que insistem em cair em seu rosto, soluçando e a ponto de chorar sangue?
Você sabe o que é ter pena de si mesmo ao olhar-se no espelho? Você sabe o que é sentir uma fraqueza tão intensa sem saber de onde ela vem?
Você sabe o que é não ter mais vontade nem de se quer respirar? Você tem noção de como é tudo isto?
...
Você sabe, ao menos, do que estou falando?
Nunca mais

Um enigma para a ausência
Uma pequena lata de lixo
Reflexões
Olhos Femininos
Faça algo

Estação Saudade
Sinal vermelho
Vazio

Crianças no sinal
Perfeição

As aparências
Hoje insano

Despedida

Percepções
A queda livre e as sete cores...
Página em branco
Transcendência
Simples assim
Insustentável Dualidade da Vida
Penso, sinto, quero, desejo...

Júlia Crivochein Ferreira (*)
Eu penso que a vida é afeto
Penso que o amor é infinito
Penso que tudo tem por que
Penso que o mais importante foi dito.
Eu sinto que justiça nunca morre
Sinto o poder do perdão
Sinto que a esperança tem seu preço
Sinto sinceridade no coração.
Eu quero educação no mundo
Quero humildade na mente
Quero sabedoria nos atos
Quero saber ser prudente.
Eu desejo fé nas ruas
Desejo igualdade nas raças
Desejo compaixão no homem
Desejo respeito nas praças.
(*) Aluna da 6ª do Colégio Medianeira. Trabalho produzido em sala de aula. Tema: Aula de valores, 2009.
Por si só

Eu te amo

Nos Permitir.....


